
E se o momento com que você sonhou por muitos anos virasse, da noite para o dia, um pesadelo?
Entressafras é um relato de honestidade, por vezes chocante, sobre um assunto que muitos evitam por ser triste e ser tabu: a depressão pós-parto.
Com uma escrita, sensível, simpática e comovente, Entressafras é um livro cheio de coragem, de acolhimento para mulheres que passaram ou passam por isso. É também uma ferramenta única para profissionais de saúde e familiares que procuram entender melhor o quadro, a partir de uma vivência real.
Entressafras é a realização de uma promessa feita pela autora quando, vivendo os piores dias de sua vida, não encontrou alento em livros-relato. Seria a primeira a contar sua história independente dos julgamentos que pudessem (e talvez vão) aparecer.
Uma obra necessária que trará luz e verdade para esse tema que é tão comum, mas assustadoramente pouco comentado.
Malas Leves para Fugir conta a história de doze mulheres e suas vidas ao avesso em uma época de contradições em que todos guardaram as malas e todos pensaram em fugir.
Realidade e bagagem catapultam cada uma para uma direção particular, sem contudo arrancar suas raízes. São árvores independentes que se encontram no silêncio do subsolo; a condição de mulher é a fundação que compartilham enquanto vivem realidades distintas.
Uma obra para gargalhadas e lágrimas, Malas Leves para Fugir carrega um pouco de todos nós. Com leveza, fala do que vivemos em comunhão. Com intensidade, fala do que escondemos por vergonha ou culpa.
Um tributo à psique humana, a estreia de Beatriz Singer na ficção é uma ode divertida e profunda ao feminino em sua pluralidade.


Uma obra de ficção escrita por três autoras, “romanceada” por Beatriz Singer.
Na cidade de Santos, litoral sul de São Paulo, vivem três mulheres de realidades muito distintas. Thaís é uma psiquiatra abastada vivendo um puerpério solitário, cheio de dúvidas e inseguranças. Erika é uma executiva pragmática, casada com um homem que fica em casa com as crianças. Zilda cuida de idosos e, grávida, será mãe solo e enfrentará desafios financeiros e familiares para criar sua filha.
Quando suas vidas se cruzam de forma inesperada, as três passam a viver entrelaçadas, apoiando-se umas às outras. É assim que encontram a força necessária para lidar com os desafios cotidianos e a sorrateira perda de identidade que ameaça nos afogar quando nos tornamos mães.
Mar de mães é inspirado em histórias de inúmeras mulheres. Mulheres como suas três sensíveis autoras e como você, leitora. Mães, filhas, amigas. Mulheres que se perdem e se reencontram umas nas outras.
É um emocionante diálogo entre o coração e a vida. Uma homenagem sensível às complexidades da maternidade, à amizade entre mulheres, à rede de apoio, ao luto e à importância da história familiar na construção de cada um de nós. É o despertar para o encontro de ondas únicas, ao alcance de quem está disposto a enxergá-las.
Um livro infantil que mescla ensinamentos preciosos sobre Inteligência emocional, respeito e bullying.
Somos seres completos e complexos, capazes de sentir diversas emoções ao mesmo tempo, no mesmo dia. Mas como explicar a uma criança a diversidade de sentimentos que outras pessoas despertam em nós?
Leo é um menino que, como muitos da sua idade, classifica seus coleguinhas, usando uma cartela de cores para rotulá-los. Em seu universo particular, Leo os classifica como bons e ruins, seus amigos e os “nem tanto”, aqueles com quem quer proximidade e aqueles de quem prefere manter distância.
Porém, no decorrer dessa história, um incidente faz com que as certezas de Leo virem de ponta-cabeça. É um convite para que ele enxergue a profundidade dos seus colegas.
Para surpresa de Leo, ninguém é só isso ou só aquilo. Nosso personagem entende que os colegas da escola são pessoas inteiras, compostas por histórias, traços fortes e fracos, coração grande e todas as características que fazem da gente, gente!


As cartas que viajavam pela boite é um livro infantil sobre assertividade.
Catarina é uma menina alegre, criativa e tímida que resolve embarcar numa brincadeira para aprender e dominar a arte de colocar limites. Nesta envolvente história, Catarina dá início a uma verdadeira febre de assertividade na escola. Ela e seus amigos descobrem uma maneira divertida e inusitada de expressar o que muitas vezes não é dito, mas deveria.
As cartas que viajavam pela noite aborda, com sensibilidade e imaginação, essa importante habilidade. Junto com seus amigos, Catarina explora um mundo mais sincero e transparente, de amizades mais profundas e verdadeiras. Um mundo contagiante que estimula crianças a falar com respeito sobre o que incomoda.