Você quer a versão curta ou a longa?
A curta: Sou jornalista com 25 anos de experiência, tenho 5 livros autorais publicados, 3 livros entregues como ghostwriter e 38 longos relatos sobre maternidade, além de artigos, contos em antologias, críticas literárias e uma newsletter, o Tanquinho de Areia, onde escrevo livremente. Dedico-me em tempo integral à escrita criativa, crítica literária e ao ghostwriting para livros de memórias, biografias/autobiografias, autoficção e livros de histórias familiares ou empresariais.
A longa:
Nasci em 1980 em São Paulo. Aos 9 anos, escrevi minha primeira poesia, muito elogiada pela Tia Lígia. Meu primeiro livro foi escrito aos 17 anos: minha autobiografia, como trabalho de conclusão da escola. Ali percebi que a escrita faria parte da minha vida para sempre…
Por isso fiz faculdade de jornalismo na PUC-SP e trabalhei alguns anos como redatora e editora internacional, tradutora e revisora. Continuei escrevendo textos autorais em paralelo.
Mantive um blog por muitos anos, falando bastante do meu umbigo, o que, para minha surpresa, interessou muita gente. Comecei a publicar textos curtos em e-zines e coletâneas.
Em 2004 fui morar em Londres. Trabalhei como trainee no jornal The Times e estudei a imprensa britânica. A audiência do blog crescia.
Voltei ao Brasil, casei e tive meu primeiro filho, Leonardo. Com ele, uma depressão pós-parto (DPP) que seria a base do meu livro autoral de não-ficção, o Entressafras.
Em 2013 fui morar em Nova York e lá tive minha segunda filha, a Catarina. Em 2017, quando tudo parecia se estabilizar e eu voltaria a trabalhar… fomos morar em Paris.
Após um período de adaptação, voltei a escrever. Foi logo depois de maratonar a tetralogia da Elena Ferrante. Era um feriado em 2018, meu marido havia viajado com as crianças e montei um novo blog.
Em 2019 arrumei um trabalho em Paris como produtora de eventos. Pouco escrevi até a Covid. Com a pandemia, o setor de eventos congelou e, com o tempo livre, voltei a escrever. Foi aí que tive a “virada de chave”: decidi que não deixaria mais a escrita ser consumida pelo caos da vida e daria um jeito de dar-lhe uma cadeira cativa.
Dali até 2024, levei uma rotina que incluía trabalho, escrita, crianças e casa. Publiquei quatro livros em quatro anos. Criei um perfil no Instagram em que publiquei 38 longas histórias de mulheres que passaram por depressão pós-parto e foram a fundação da minha carreira como ghostwriter. O perfil cresceu organicamente e me rendeu contatos valiosíssimos, convites para palestras sobre o assunto e até entrevistas para a mídia.
Com tanta coisa nas costas e decidida a não deixar meu sonho para segundo plano, em 2024 pedi demissão.
Passei a escrever loucamente. Em 2025 lancei meu 5º livro e fechei o contrato do primeiro trabalho como ghostwriter. O segundo e o terceiro projetos vieram logo em seguida. Meu 6º livro autoral está praticamente pronto e o 7º, um infantil, já está com a editora. Estou desenvolvendo um 8º e deixando minha agenda aberta para novos projetos como ghostwriter. Quem sabe será o seu?
Ah! Tem a versão curtíssima da minha bio: Sou escritora e descobri que dá para viver da minha paixão.
